05/03/2008
Lobo ou Cordeiro?
Hoje convivemos entre amigos, colegas de trabalho, chefes, políticos, religiosos e parentes que agem como o referido lobo. Pessoas que vivem em profundos disfarces, com a alma cheia de maquiagem. Querem ser o que não são, se passam por ovelha, mas na verdade são lobo.
Tem gente que no trabalho, na igreja, na rua enfim, se transforma ovelha, mas no seio familiar é um lobo feroz, um algoz, um tremendo carrasco. Na condição de julgadores condenam os erros dos outros, para esconder suas faces, são pessoas que rasgam suas próprias identidades...
É assim que nos comportamos ainda nos dias de hoje. Vivemos numa luta constante para escondermos nossas ações secretas e para tanto apontamos os erros dos outros.
O Apostolo Paulo na carta que escreveu aos Romanos relata muito bem que o homem carrega dentro de si um lobo e uma ovelha. Diz o texto: Porque o que faço não o aprovo, pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum: Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?"(Romanos 7:15-24) Nos tempos de Cristo, quando um homem era crucificado, era declarado legalmente executado e morto, mas na realidade continuava vivo na cruz, sofrendo e agonizando. Às vezes os parentes ou amigos vinham há noite escondidos e resgatavam o corpo do executado, cuidavam dele e o homem tornava a viver e muitas vezes voltava à sua vida de delinqüência e crime, ou seja: Assumia o lado lobo de ser. O que Paulo está querendo dizer é que temos que manter nossa velha natureza pregada na cruz. Não podemos deixar que ela desça e muito menos devemos cuidar dela ou alimentá-la. Enquanto estivermos neste mundo, não há modo de nos livrarmos dela completamente, embora possamos tornar a luta mais leve, deixando de alimentar a natureza má. Deixando de alimentar o lobo. Ocorre que nós geralmente, alimentamos mais a natureza pecaminosa e esta é a causa de nosso fracasso constante, mesmo depois de nossa entrega a Cristo. Deus realizou em nós o milagre da conversão, implantou em nosso coração a nova natureza, mas nós não cuidamos dela, não a alimentamos e em conseqüência a velha natureza está sempre tomando o controle de nossa vida.
Você tem duas escolhas, duas opções: Alimentar o lobo ou o cordeiro que existem dentro de você. Quando escolhemos alimentar o lobo, nossas conseqüências são terríveis, nos levam as ruínas da vida.
Davi, quando alimentou o lobo viveu momentos de amargura, e clamou a Deus: Os meus ossos se pegam á minha pele, em virtude do meu doloroso gemer. Tenho comido cinza como pão, e misturado com lagrimas a minha bebida. (salmo 102).
Às vezes carregamos um fardo muito pesado por conta das nossas escolhas, das nossas paixões. Quando alimentamos mais o cordeiro dentro de nós, vivemos em profunda alegria, já quando alimentamos o lobo vivemos momentos conturbados. Pense nisso.
Lobo ou Cordeiro?
Certa vez do alto de uma colina, um LOBO, observava um rebanho de ovelhas. Ficou obcecado pela maneira de viver das ovelhas. O lobo estava encantado, fascinado com tudo aquilo que via, então decidiu ser como elas. Arrumou uma roupa de ovelha e foi para o meio delas. Para o rebanho, aquele lobo era uma ovelha, inocentes não percebia os disfarces daquele lobo. Durante todo o dia vivia como se fosse uma ovelha, mas há noite ele não suportava aquela vida pacata e saia do meio do rebanho, retirava sua mascara e ia caçar sua presa, pois lobo não come capim. Saciava seu instinto e voltava para o meio das ovelhas. (Do Livro do escritor George Vanderman).
Hoje convivemos entre amigos, colegas de trabalho, chefes, políticos, religiosos e parentes que agem como o referido lobo. Pessoas que vivem em profundos disfarces, com a alma cheia de maquiagem. Querem ser o que não são, se passam por ovelha, mas na verdade são lobo.
Tem gente que no trabalho, na igreja, na rua enfim, se transforma ovelha, mas no seio familiar é um lobo feroz, um algoz, um tremendo carrasco. Na condição de julgadores condenam os erros dos outros, para esconder suas faces, são pessoas que rasgam suas próprias identidades...
É assim que nos comportamos ainda nos dias de hoje. Vivemos numa luta constante para escondermos nossas ações secretas e para tanto apontamos os erros dos outros.
O Apostolo Paulo na carta que escreveu aos Romanos relata muito bem que o homem carrega dentro de si um lobo e uma ovelha. Diz o texto: Porque o que faço não o aprovo, pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum: Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?"(Romanos 7:15-24) Nos tempos de Cristo, quando um homem era crucificado, era declarado legalmente executado e morto, mas na realidade continuava vivo na cruz, sofrendo e agonizando. Às vezes os parentes ou amigos vinham há noite escondidos e resgatavam o corpo do executado, cuidavam dele e o homem tornava a viver e muitas vezes voltava à sua vida de delinqüência e crime, ou seja: Assumia o lado lobo de ser. O que Paulo está querendo dizer é que temos que manter nossa velha natureza pregada na cruz. Não podemos deixar que ela desça e muito menos devemos cuidar dela ou alimentá-la. Enquanto estivermos neste mundo, não há modo de nos livrarmos dela completamente, embora possamos tornar a luta mais leve, deixando de alimentar a natureza má. Deixando de alimentar o lobo. Ocorre que nós geralmente, alimentamos mais a natureza pecaminosa e esta é a causa de nosso fracasso constante, mesmo depois de nossa entrega a Cristo. Deus realizou em nós o milagre da conversão, implantou em nosso coração a nova natureza, mas nós não cuidamos dela, não a alimentamos e em conseqüência a velha natureza está sempre tomando o controle de nossa vida.
Você tem duas escolhas, duas opções: Alimentar o lobo ou o cordeiro que existem dentro de você. Quando escolhemos alimentar o lobo, nossas conseqüências são terríveis, nos levam as ruínas da vida.
Davi, quando alimentou o lobo viveu momentos de amargura, e clamou a Deus: Os meus ossos se pegam á minha pele, em virtude do meu doloroso gemer. Tenho comido cinza como pão, e misturado com lagrimas a minha bebida. (salmo 102).
Às vezes carregamos um fardo muito pesado por conta das nossas escolhas, das nossas paixões. Quando alimentamos mais o cordeiro dentro de nós, vivemos em profunda alegria, já quando alimentamos o lobo vivemos momentos conturbados. Pense nisso.






