Pawlo Cidade quer a ampliação do diálogo da Academia de Letras com a comunidade.
O novo membro da Academia de Letras de Ilhéus, Pawlo Cidade, pretende aproveitar sua experiência na área de convênios e chamadas públicas para propor na Casa algumas ações articuladas com o Fundo de Cultura do Estado. O novo imortal foi empossado na nesta quinta-feira (26), durante solenidade que contou com a presença de autoridades civis e militares do município e do Sul da Bahia. O escritor e assessor da Fundação Cultural de Ilhéus assumiu a cadeira número 13, que tem Castro Alves como patrono, foi fundada por Jorge Amado e ocupada por Zélia Gattai.
Na oportunidade, Pawlo Cidade disse que “a Academia de Letras de Ilhéus já vem cumprindo um importante papel de diálogo com a comunidade. Um dos meus objetivos como acadêmico será, ao lado dos meus pares, trabalhar para que este diálogo seja ampliado e fortalecido”. O novo acadêmico, que possui uma grande caminhada cultural em Ilhéus e na região, foi saudado por André Rosa.
Graduado em pedagogia e pós-graduado em Metodologia da Educação Ambiental, Pawlo Cidade é ator, produtor, autor e diretor de teatro. Além disso, o novo imortal possui 29 espetáculos montados, entre eles, “Sítio do Picapau Amarelo”, “Lampião, cangaço e vida”, “O mímico”, “As aventuras de João e Maria”, “Cangaço”, “Arapuca” e “Professor Clown”. Já entre os livros publicados, destacam-se “Berlinda”, “Até mais verde”, “O tesouro perdido das terras do sem fim”, “Mistério na lama negra”, “O caminho de volta”, ”As aventuras de João e Maria” e “A batalha dos nadadores”.
Pawlo Cidade também é especialista em projetos e produções culturais, pelo Ministério da Cultura; consultor de políticas públicas para a arte e para a cultura; e colunista dos jornais Diário de Ilhéus e Direitos. Além disso, coordenou diversos projetos em arte-educação pelo município de Ilhéus, entre eles o Ecoteatro, o AABB omunidade e Pega-Pega.
Prêmios - Entre os prêmios recebidos, melhor produção pelo espetáculo “A lenda” (Ilhéus), 1990; melhor iluminação pelo espetáculo Escola de Bonecas (Vitória da Conquista), 1995; melhor produção pelo espetáculo “Lampião” (Itabuna), 1995; menção honrosa de melhor ator no Festeatro, Ilhéus, 1995; menção honrosa pelo espetáculo “O Mímico”, no Festeatro, Ilhéus, 1995; Troféu Jorge Amado de Cultura e Arte, 2000; Troféu Destaque Profissional do Ano, 2003 e 2009; Prêmio de Apoio à Montagem de Espetáculos de Teatro da Bahia, 2008; Prêmio Territórios de Identidade, projeto Forteatro-Sul, 2008; Prêmio 2º lugar melhor drama, pelo espetáculo Cangaço, Multiarte, 2009; e Projeto Ouvindo um Tesouro, Fundo de Cultura da Bahia, 2010.






